Hora da reação

julho 22, 2016 10:00 am

Há quanto tempo não temos orgulho de ser brasileiros?

Não estou falando em futebol, ou qualquer competição esportiva, mas orgulho efetivo, de ser reconhecido como um povo que supera dificuldades, um país que cresce e se coloca dignamente para o mundo, em um processo crescente de relevância regional e mundial.

Dizem que o brasileiro sofre da síndrome do “cachorro vira-lata”, achando que o estrangeiro é sempre melhor e se sentindo sempre inferiorizado, mas será que, nos últimos anos, talvez décadas, isso é mesmo apenas uma sensação, ou permitimos que as coisas avançassem de tal forma a sermos mesmo um país apequenado.

FHC e Lula são coisa do passado. Dilma e Temer serão logo coisa do passado. O que nos espera adiante?

Para mim parece que chegou o momento de reação, a hora de tomar as nossas vidas das mãos dos outros e assumirmos a condução das coisas em nossas próprias mãos.

Reclamar menos, propor e participar mais.

Fiscalizar e denunciar menos como uma lamúria e mais como um dever diário de garantir que as coisas não devem mais retroceder.

Para tudo na vida eu repito que é importante dar os passos com firmeza para que não consigam nos fazer recuar. Nesse momento, mais do que nunca, isso é verdade!

Não podemos continuar assistindo aos desmandos e aos absurdos como meros espectadores, é necessário que a indignação seja convertida em atitudes concretas na direção do que desejamos seja feito, no nosso prédio, no nosso bairro, na nossa cidade.

Conheci, poucos dias atrás, um projeto que propõe que as pessoas passem a cuidar dos jardins e passeios da sua rua, para com isso mudar o mundo em que vivemos. Acho que o idealizador da proposta tem razão.

Não é o bater do tambor que faz o barco se mover, são os remos milhares de vezes manejados, de forma sistemática e coerente, que podem mudar o rumo das coisas!

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